Há séculos que a vinha desenha a paisagem do nosso território, moldada por mãos pacientes e pelo ritmo das estações. Desde os tempos antigos, em que o vinho já era presença nas mesas e nas trocas, até às gerações que herdaram o saber de cuidar da terra, cada vinho conta uma história — de trabalho, de celebração, de partilha, de união e de identidade.
Em Azambuja, onde os campos se estendem e o Tejo influencia a vida e os sabores, o vinho nasce como memória viva: um elo entre passado e presente, entre quem cultivou e quem hoje prova.
No Dia Internacional dos Museus 2026, convidamo-l@ a abrandar e a sentir essa história: um encontro onde o território se revela, os sentidos despertam e o vinho se partilha. Começamos com uma conversa sobre o território, a vinha e o vinho, passamos por um momento de análise sensorial para conhecer alguns dos vinhos aqui produzidos e terminamos com um momento de degustação.
