Nesta noite, a Galeria de Escultura António Soares dos Reis abre-se para que as vozes do Fado habitem o espaço onde o Desterrado repousa. Cada verso cantado será um diálogo com a pedra; cada nota da guitarra, um fio que liga o exílio da obra ao desterro de tantas almas que o Fado imortalizou. Mais do que um concerto, é uma comunhão. Um momento em que o mármore se comove, a saudade ganha corpo e o Desterrado encontra voz.
Museu Nacional Soares dos Reis
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